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Reino Unido · City break

Guia de Belfast

Belfast construiu o Titanic e conta a sua história até ao naufrágio. Juntam-se a isso uma câmara municipal em pedra de Portland, um pub vitoriano com reservados de madeira e um relógio inclinado junto ao antigo porto. Uma rota pronta para um dia vai da estação Grand Central, pelo Lagan, até às rampas do estaleiro.

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Os nossos percursos por Belfast

Rotas prontas a partir da estação guiam-te por Belfast, aos melhores locais desde o primeiro passo, sem planear nada.

City Hall, Lagan & Titanic

Da nova estação Grand Central ao Grand Opera House de 1895 e, quase em frente, ao Crown Liquor Saloon com os seus reservados. A City Hall mostra como a cidade era rica por volta de 1900. Passando pelo St George's Market, que só abre de sexta a domingo, e pela torre inclinada do Albert Memorial Clock, chegas ao Cathedral Quarter. No Big Fish atravessas o Lagan e segues a margem até ao Titanic Quarter. Primeiro o SS Nomadic, o último navio da White Star Line, depois o Titanic Belfast, nas rampas de lançamento do estaleiro.

  1. Grand Opera House. Mesmo atrás da estação fica o teatro que Belfast esteve quase a perder. Projetou-o em 1894 o arquiteto teatral londrino Frank Matcham, e a inauguração foi em dezembro de 1895. Matcham mandou decorar a sala em estilo oriental, e segundo o Theatres Trust é provavelmente o exemplo mais bem conservado desse estilo num teatro britânico. Em 1972 fechou e foi vendido a promotores imobiliários, e no seu lugar ia nascer um edifício de escritórios. Em 1974 tornou-se um dos primeiros edifícios da Irlanda do Norte classificados como monumento, e em 1976 o Arts Council comprou-o. Depois, o conflito atingiu-o em cheio. As bombas de 1991 e 1993 danificaram gravemente o teatro, embora o alvo fosse quase sempre o Europa Hotel, mesmo ao lado. Para entrar precisas de um bilhete para um espetáculo ou de uma visita guiada.
  2. Crown Liquor Saloon. Quase em frente fica um gin palace vitoriano de manual. Em 1885, Patrick Flanagan mandou remodelar a antiga Railway Tavern. Diz-se que os ladrilhos, o vidro colorido e a talha foram feitos por artesãos italianos que tinham vindo para Belfast trabalhar nas muitas igrejas novas da cidade e que, depois do expediente, continuavam a trabalhar aqui. Lá dentro salta à vista o longo balcão com tampo de granito vermelho. Ao longo da parede alinham-se dez reservados de madeira, os snugs, com placas de metal para riscar fósforos e uma velha campainha para chamar o pessoal. Debaixo do teto ardem candeeiros a gás. Em 1978, o National Trust comprou o edifício, por insistência, entre outros, do poeta John Betjeman. Ao almoço e ao fim de semana está cheio, e é mais fácil apanhares um reservado livre pouco depois da abertura.
  3. Belfast City Hall. A câmara municipal mostra a autoconfiança de uma cidade que a rainha Vitória elevara ao estatuto de city em 1888. Foi construída entre 1898 e 1906 segundo o projeto de Alfred Brumwell Thomas, em calcário de Portland e com uma cúpula de cobre de 53 m de altura. A cidade pagou a obra com os lucros da sua fábrica de gás. Para os interiores, William Pirrie, antigo presidente da câmara e ao mesmo tempo à frente da Harland & Wolff, trouxe artesãos do seu próprio estaleiro. Por isso, as salas são vistas como uma boa amostra de como estavam decorados os salões do Titanic. No lado leste ergue-se o memorial do Titanic, de 1920, rodeado por um jardim memorial que recorda todas as vítimas, passageiros e tripulação. O átrio de entrada está aberto no horário de funcionamento, e os bilhetes para as visitas guiadas e a exposição vendem-se na receção.
  4. St George's Market. Um pouco mais a leste fica o último mercado coberto vitoriano que resta em Belfast. O agrimensor municipal J. C. Bretland desenhou o edifício de tijolo vermelho com arcos inspirados nos arcos do triunfo romanos, inaugurado em 1890. Olha por cima das entradas. Lá estão o lema latino da cidade e a frase irlandesa «Lámh Dearg na hÉireann», a Mão Vermelha da Irlanda. Em abril de 1941, depois dos bombardeamentos alemães, o mercado serviu de morgue improvisada. Aqui foram expostos 255 mortos para que os familiares os pudessem identificar. Hoje o mercado só abre três dias por semana. À sexta há peixe, velharias e livros, ao sábado sobretudo comida e artesanato, ao domingo uma mistura dos dois. Nos outros dias resta apenas olhar para a fachada.
  5. Albert Memorial Clock. Na Queen's Square fica a torre inclinada de Belfast. O Albert Memorial Clock homenageia o príncipe Alberto, marido da rainha Vitória falecido em 1861, e foi construído entre 1865 e 1869 segundo um projeto de William J. Barre. Barre já não viu a obra acabada, pois morreu em 1867. A torre de arenito, com 34 m, assenta em estacas de madeira num terreno pantanoso aterrado junto ao antigo riacho Farset. O solo cedeu, e o topo inclina-se pouco mais de 1 m em relação à vertical. Por isso, em Belfast diz-se que o relógio tem «the time and the inclination», ou seja, tempo e vontade, porque inclination também quer dizer inclinação. Um restauro concluído em 2002 reforçou as fundações. O próprio príncipe Alberto está representado numa estátua no lado oeste.
  6. Cathedral Quarter & St Anne's. A poucas ruas para norte começa o Cathedral Quarter. Antigamente havia aqui armazéns e escritórios do comércio do linho e da construção naval, hoje há pubs, galerias e festivais. O bairro deve o nome à catedral de St Anne's. A partir de 1899 foi construída em redor da antiga igreja paroquial, onde houve culto até ao fim de 1903. A catedral só ficou concluída em 1981, com os transeptos. Assenta sobre sleech, um lodo mole, e estacas de madeira com 15 m sustentam a nave. Ao fundo da nave central vês o chão de mármore a ondular. O terreno era demasiado mole para uma torre pesada, por isso desde 2007 o telhado é coroado pela leve agulha de aço inoxidável Spire of Hope. Lá dentro está sepultado o político unionista Edward Carson, e um pano com mais de 1500 cruzes bordadas recorda os mortos do Titanic.
  7. The Big Fish. No Donegall Quay repousa um salmão de 10 m feito de ladrilhos cerâmicos estampados. John Kindness criou-o em 1999 para a renovação da frente ribeirinha. Cada escama mostra um pedaço da história da cidade, desde imagens da época Tudor até títulos de jornais e desenhos de crianças. Também lhe chamam Salmon of Knowledge, por causa do salmão da sabedoria da lenda irlandesa. O sítio foi escolhido a dedo. Era aqui que o Farset, um riacho que hoje corre por baixo da High Street, desaguava no Lagan. É dele que Belfast tira o nome, pois Béal Feirste significa foz do Farset. Mesmo ao lado atravessas o Lagan Weir, de 1994. O açude mantém o rio sempre ao mesmo nível, ao passo que antes a maré baixa, com amplitudes de até 3 m, deixava a descoberto bancos de lodo malcheirosos. No Lagan Lookout, junto ao cais, fica a sala de onde se comandam as cinco comportas do açude. O peixe é uma paragem para fotografias e não pede mais tempo do que isso.
  8. SS Nomadic. No Hamilton Dock está atracado o último navio da White Star Line que chegou até nós. O Nomadic foi lançado à água em Belfast em abril de 1911, mesmo ao lado do Olympic e do Titanic, e serviu como navio de transbordo em Cherburgo, onde os grandes paquetes fundeavam ao largo. A 10 de abril de 1912 levou 172 passageiros até ao Titanic, entre eles o milionário John Jacob Astor e Margaret Brown. Projetou-o Thomas Andrews, um dos projetistas do Titanic, que morreu no naufrágio. Mais tarde foi navio-restaurante no Sena, em Paris. Em 2006, a Irlanda do Norte comprou-o em leilão por um euro acima da licitação mínima e trouxe-o de volta. Repara nas marcas de calado do casco. De um lado estão em pés, do outro em metros.
  9. Titanic Belfast. O final da rota fica exatamente onde o Titanic foi construído. O edifício, de 2012, tem 38 m de altura, tanto quanto o casco do navio, e as suas pontas angulosas lembram proas de navios. Cerca de 3000 placas de alumínio formam a fachada. Nove galerias levam-te da cidade industrial em plena expansão por volta de 1900, passando pelo estaleiro e pelo lançamento à água a 31 de maio de 1911, a que assistiram cerca de 100 000 pessoas, até ao naufrágio e aos destroços no fundo do Atlântico. Conta com duas horas e meia e reserva uma hora de entrada. Depois sai para as rampas de lançamento. Ali, os contornos do Titanic e do Olympic estão marcados no chão em tamanho real e iluminados a azul. Os bancos de madeira à volta do edifício estão dispostos a intervalos que, lidos em código Morse, formam o pedido de socorro do Titanic. Mesmo ao lado fica a antiga sede da Harland & Wolff, em cujas salas de desenho foram projetados o Olympic e o Titanic. Desde 2017 é um hotel.

Como planear a tua visita

Um dia chega. A rota tem 4,8 km e nove paragens e começa na estação de Belfast Grand Central. Só o Titanic Belfast e o SS Nomadic ocupam três boas horas. Se tiveres pouco tempo, deixa de fora o Cathedral Quarter ou apanha o Glider G2 a partir do Big Fish. O ideal é vires entre sexta e domingo, quando o St George's Market está aberto. Os muros da paz e os murais no oeste da cidade ficam fora da rota. O Giant's Causeway pede um dia só para si, e para a noite tens cinco sugestões.

Sair & vida noturna

Bares no terraço

Zonas de saída

Comer & restaurantes

Bares & clubes

Palco & concertos

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Informações práticas sobre Belfast

Transportes públicos

Operador. A Translink é a empresa pública de transportes de toda a Irlanda do Norte e opera todos os meios de transporte em Belfast. O Metro é a rede de autocarros urbanos, com autocarros cor-de-rosa em doze corredores; as linhas 1 a 12 têm o nome das avenidas de saída da cidade, como Antrim Road, Malone Road ou Lisburn Road. Os Glider são autocarros rápidos lilás com corredores próprios; a linha G1 vai de McKinstry Road, a oeste, através do centro até ao Park & Ride de Dundonald, a leste, e a G2 vai do centro ao Titanic Quarter, até Queens Road. Todos os autocarros Metro e Glider são de piso rebaixado, com espaço para uma cadeira de rodas. A NI Railways opera os comboios suburbanos para Bangor, Larne, Portadown e Derry~Londonderry, e a Ulsterbus e a Goldliner os autocarros regionais e interurbanos. O comboio Enterprise para Dublim é operado em conjunto pela Translink e pela Iarnród Éireann.

Rede. Autocarros Metro cor-de-rosa em doze corredores, duas linhas Glider lilás e quatro linhas de comboio suburbano a partir de Grand Central. O Glider G2 vai ao Titanic Quarter e o G1 ao leste e ao oeste de Belfast.

Meios de transporte. Autocarro · Autocarro rápido (Glider) · Comboio suburbano

Horários de serviço. A Translink não indica um horário único para a rede Metro, cada linha tem o seu próprio horário. Nas linhas Metro 7a, 8a, 9a e 10a, as primeiras partidas no centro são nos dias úteis entre as 5h45 e as 7h15 e as últimas às 23h, também ao sábado. Ao domingo começam entre as 7h35 e as 9h05 e terminam às 22h, a 10a já às 21h15. O Glider G1 circula de segunda a sexta-feira das 5h15 às 23h, aproximadamente, de dia a cada 8 a 9 minutos, ao sábado ao meio-dia a cada 10 minutos, e ao domingo das 7h às 22h, aproximadamente, de dia a cada 15 minutos. O Glider G2 circula nos dias úteis a partir de May Street (City Hall) das 6h56 às 22h56, de dia a cada 10 a 20 minutos, e ao domingo das 9h26 às 21h26 a cada 30 minutos.

Serviço noturno. Em 2026, a Translink oferece serviço noturno todas as sextas e todos os sábados do ano. Onze linhas noturnas Metro, com números entre N1 e N12, partem de Donegall Square North, Donegall Square West, Custom House Square e Chichester Street, consoante a linha à meia-noite e às 2h ou apenas à 1h. As N7, N8 e N9 passam por Great Victoria Street, Dublin Road e continuam em direção a Ormeau Road, Malone Road e Lisburn Road. Aplicam-se as tarifas normais; com mLink ou cartão bancário, o dia inteiro custa no máximo 4 libras. Nestas noites, o Glider circula apenas segundo o horário normal. Os últimos comboios a partir de Grand Central saem às sextas e aos sábados para Coleraine às 23h10, para Larne às 23h45, para Bangor às 23h55 e para Portadown às 23h59. O autocarro do aeroporto 300 para o Belfast International Airport circula toda a noite, a partir de Grand Central por exemplo à meia-noite, à 1h, às 2h e às 3h.

Compra de bilhetes. No autocarro Metro compras o bilhete ao motorista, em dinheiro ou com cartão bancário ou de crédito sem contacto. Com cartão, podes comprar aí bilhetes de papel para várias pessoas, até 45 libras por operação. No Glider há uma máquina de bilhetes em cada paragem, que aceita dinheiro e cartões. A compra faz-se antes de entrar, e há fiscais nas linhas Glider. Para o comboio, compras o bilhete nas máquinas e bilheteiras das estações ou ao revisor. Em Grand Central há 12 máquinas. Os cartões recarregáveis Smartlink e dayLink vendem-se no Visit Belfast Welcome Centre, em Donegall Square North 9, e podem ser carregados aí, nas máquinas do Glider e nas lojas PayPoint. No autocarro Metro só podes carregar o cartão dayLink, um dia de cada vez, e só em dinheiro. O Belfast Visitor Pass vende-se no Welcome Centre e nas estações Grand Central, Lanyon Place e Botanic. Os passes encomendados online chegam pelo correio e demoram até cinco dias úteis.

Aplicação e pagamento. Nos autocarros Metro aplica-se o Tap On Only, em que encostas o cartão bancário sem contacto ou o telemóvel uma só vez ao leitor do motorista ao entrar e não precisas de registar a saída. A primeira viagem do dia custa 2,30 libras, a segunda 1,70 libras, todas as seguintes são gratuitas, e o dia custa no máximo 4 libras. São aceites Visa, Mastercard e Maestro, bem como Apple Pay e Google Pay, mas não American Express. No Glider não há Tap On; aí compras um bilhete de papel com o cartão na máquina da paragem. Na NI Railways pagas sem contacto na bilheteira, na máquina ou ao revisor. A aplicação mLink vende bilhetes para o Metro, o Glider, a NI Railways, a Goldliner, linhas selecionadas da Ulsterbus e o Airport Express 300, e aceita cartão, PayPal, Apple Pay ou Google Pay. A aplicação Translink Journey Planner planeia viagens, mostra os autocarros Metro e Glider em direto no mapa e vende bilhetes de comboio.

Que bilhete. Uma viagem simples de Metro ou Glider custa 2,30 libras, para crianças 1,15 libras. O bilhete diário na aplicação mLink custa 4 libras, para crianças 2 libras, e vale em toda a rede Metro e Glider. Custa o equivalente a 1,7 viagens simples. Com o cartão bancário no autocarro Metro chegas ao mesmo valor máximo automaticamente após duas viagens. O Belfast Visitor Pass custa, para 1, 2 ou 3 dias seguidos, 6, 12 ou 16 libras, para crianças dos 5 aos 16 anos 3, 6 ou 8 libras, mais 1 libra pelo cartão. Vale em todos os autocarros Metro e Glider, nos comboios da NI Railways da zona 1 até Cultra, Jordanstown, Mossley West e Derriaghy, nas linhas Ulsterbus dentro da zona e no Airport Express 600 para o City Airport, mas não no Airport Express 300. Três dias de Visitor Pass custam 16 libras, três bilhetes diários do Metro 12 libras. Quem fica mais tempo carrega no cartão Smartlink um passe de 7 dias por 17 libras ou 10 viagens por 20 libras, em ambos os casos mais 1 libra pelo cartão.

Zonas tarifárias. A Translink aboliu as zonas na rede Metro e Glider; uma viagem custa o mesmo independentemente do percurso, 2,30 libras com cartão bancário sem contacto e 2 libras com Smartlink. No comboio pagas segundo a estação de partida e de chegada, e o bilhete vale para o percurso escolhido. Para o Belfast Visitor Pass existe uma zona própria. No comboio vai até Cultra, na linha de Bangor, Jordanstown, na linha de Larne, Mossley West, na linha de Derry, e Derriaghy, na linha de Portadown; no autocarro cobre a área do Metro e do Glider e as linhas urbanas da Ulsterbus, por exemplo até Holywood e Newtownabbey.

Dica. No autocarro Metro, basta encostares o cartão bancário ao leitor. Depois da segunda viagem já pagaste 4 libras, e cada viagem seguinte nesse dia é gratuita.

Ligações

Como chegar

Estação central

Localização. Grand Central fica no extremo sudoeste do centro, no Linen Quarter, e em frente à estação fica a nova praça Saltwater Square. Os peões entram por Glengall Street e por Grosvenor Road, com entradas a menos de 200 m do antigo Europa Buscentre, em Great Victoria Street. Os táxis e quem vem buscar passageiros param em Boyne Bridge Place. O Airport Express 600 parte da posição 20 e chega a Wellington Place após 2 a 4 minutos e a Queens Square após 5 a 8 minutos.

Longo curso. A Belfast Grand Central Station está em funcionamento desde o outono de 2024, substitui o antigo Europa Buscentre e é a estação terminal de todos os comboios em Belfast. Tem 8 cais e 26 posições de autocarro. O Enterprise para Dublin Connolly circula de segunda a sábado 15 vezes das 6h às 21h, e ao domingo 8 vezes das 8h05 às 20h05, via Portadown, Newry, Dundalk e Drogheda. A viagem demora entre 2h10 e 2h23. Online, a viagem simples custa 14,99 libras (Low), 15,99 libras (Semi Flexible) ou 16,99 libras (Flexible), ida e volta o dobro; os bilhetes comprados online levantam-se na máquina antes da viagem. A NI Railways parte daqui para Bangor, Larne, Portadown e, via Coleraine, para Derry~Londonderry, para onde a viagem demora pouco mais de duas horas. Os autocarros Goldliner seguem para o Dublin Airport e para Dublim, para Derry~Londonderry e para outras cidades da Irlanda do Norte, tal como os autocarros do aeroporto 300 e 600. Os cais têm cancelas automáticas, e há multibanco, wi-fi, bebedouro e instalações sanitárias Changing Places.

Horários. A estação está aberta a todos diariamente das 4h30 à meia-noite. Entre a meia-noite e as 4h30 entras pelo portão noturno, à esquerda da entrada principal, se tiveres um bilhete válido ou comprares na máquina um para uma partida na hora seguinte. De noite só pode ficar quem tiver bilhete para uma ligação noturna. O apoio ao cliente funciona de segunda a sábado das 6h30 às 19h e ao domingo das 7h30 às 18h. Aí há bilhetes que não existem online nem na máquina. Na estação não há anúncios por altifalante, as partidas aparecem nos ecrãs de cada posição de autocarro e de cada cais.

Aeroportos

BHD

Até à cidade. O Airport Express 600 parte em frente ao terminal e termina na posição 20 de Grand Central, parando pelo caminho em Queens Square e Donegall Square South. Segundo o horário, a viagem até Grand Central demora 16 a 25 minutos. De segunda a sexta-feira, o primeiro autocarro sai do aeroporto às 5h30 e o último às 22h, de dia a cada 20 minutos e à noite a cada 30 minutos. Ao sábado circula das 6h05 às 21h45, de dia a cada 30 minutos, e ao domingo das 7h30 às 21h45, de dia também a cada 30 minutos. Os bilhetes compram-se na máquina do abrigo, em dinheiro ou com cartão, ao motorista ou com o cartão bancário. O Belfast Visitor Pass é válido no 600. Em alternativa, a NI Railways liga em 18 minutos o apeadeiro de Sydenham, na linha de Bangor, a Grand Central via Lanyon Place. Para chegar ao apeadeiro segues pela Sydenham Bypass e atravessas uma passagem pedonal com escadas. Os bilhetes compram-se ao revisor ou na mLink.

BFS

Até à cidade. O aeroporto fica a 18 milhas (29 km) a noroeste de Belfast. O Airport Express 300 da Ulsterbus parte em frente ao terminal e termina em Grand Central; no sentido do aeroporto para também em Queen Street. Circula todos os dias e também de noite; a partir do aeroporto, nos dias úteis depois das 23h ainda sai às 23h30, 0h50, 1h50, 2h40 e 3h40. Em hora de ponta, de segunda a sexta-feira, circula a cada 15 minutos, no resto do tempo geralmente a cada 20 minutos. Segundo o horário, a viagem demora 35 a 50 minutos. Na mLink, a viagem simples custa 8 libras, para crianças 4 libras, e um bilhete de ida e volta com um mês de validade custa 11 libras, para crianças 5,50 libras. Há máquinas de bilhetes na paragem de autocarro do aeroporto e em Grand Central. O Belfast Visitor Pass não é válido no 300. Na praça de táxis, à direita da saída da zona de chegadas, estão a toda a hora os carros da Belfast Airport Taxis, a empresa de táxis oficial do aeroporto. Outros táxis não podem usar a praça; os preços de exemplo estão afixados na zona de chegadas.

DUB

Até à cidade. Os autocarros Goldliner X1 e X2 da Translink ligam o Dublin Airport a Grand Central. A partida no aeroporto é no Terminal 1, paragem 11; no sentido de Dublim, param no Terminal 2. O X1 circula de hora a hora via Newry, Banbridge e Sprucefield e demora, segundo o horário, cerca de 2 horas e 15 minutos; o X2, mais rápido, circula aproximadamente de duas em duas horas, sem paragens na Irlanda do Norte, em cerca de 1 hora e 45 minutos. O X1 também circula de noite, a partir do Dublin Airport por exemplo às 0h20, 1h20 e 3h20. Online, a viagem simples de Belfast ao Dublin Airport custa 9 libras (Low), 11 libras (Semi Flexible) ou 13 libras (Flexible), ida e volta 14,50, 17,50 ou 21 libras. A reserva online é possível até 60 minutos antes da partida. Também podes pagar em euros; a Translink aplica então 1 libra a 1,15 euros.

Particularidades

Bom saber

Moeda
GBP £
Número de emergência
112
Tipo de ficha
G
Fuso horário
Europe/London
Circulação
pela esquerda

Limites de velocidade. dentro de localidades 30 mph (48 km/h), fora de localidades 60 mph (96 km/h), autoestrada 70 mph (112 km/h)

Os limites são em mph, não em km/h, e essa mudança de referência no conta-quilómetros exige alguma concentração no início. No País de Gales, desde setembro de 2023, vigoram por defeito 20 mph em vez de 30 mph dentro das localidades, um valor próprio só para esta região. Em estradas de faixa única sem sinalização adicional, a velocidade desce de 70 para 60 mph, identificável apenas por um pequeno sinal circular com um traço, fácil de não reparar.

Gorjeta. No restaurante dez por cento, muitas vezes já vem um service charge na conta. No pub pede-se ao balcão e não se dá gorjeta.

Portagens. As autoestradas são gratuitas. Pagam-se taxas em algumas pontes e túneis, por exemplo no Dartford Crossing e na Mersey Gateway, normalmente online e já depois da passagem.

Restrições de acesso. Londres cobra uma taxa de entrada no centro e ainda a ULEZ para os veículos mais antigos, ambas controladas por câmaras. Outras cidades têm Clean Air Zones. Não pagar sai caro.

Mais cidades

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