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Guia de Cardiff

Cardiff só é capital desde 1955, mas o castelo assenta em muralhas romanas. Juntam-se um palácio de conto de fadas pago com dinheiro do carvão, um estádio com teto deslizante em pleno centro e galerias sob vidro. Uma rota pronta para um dia vai da estação ao Parlamento na baía, pelo castelo e pelo museu.

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Os nossos percursos por Cardiff

Rotas prontas a partir da estação guiam-te por Cardiff, aos melhores locais desde o primeiro passo, sem planear nada.

Castelo, galerias e baía

Da estação ao estádio nacional com o seu teto deslizante e depois, sob vidro, pela Morgan Arcade e pela Royal Arcade até ao mercado, a cuja entrada Dic Penderyn foi enforcado em 1831. Depois da igreja de St John segue-se o castelo, com a muralha romana, o montículo normando e os salões de gala vitorianos de Burges. Passada a Animal Wall, o caminho entra no Bute Park e atravessa para Cathays Park, com o City Hall e o Museu Nacional. O comboio a partir de Queen Street leva-te até à baía, ao Millennium Centre e ao Parlamento.

  1. Principality Stadium. Logo atrás da estação, quatro mastros erguem-se acima dos telhados, cada um com pouco mais de 90 m. Sustentam a cobertura do estádio nacional do País de Gales, e essa cobertura abre e fecha por completo. O estádio foi construído para o Mundial de râguebi de 1999 no antigo recinto do Cardiff Arms Park e tem quase 74 000 lugares. No primeiro grande jogo, a 26 de junho de 1999, o País de Gales venceu a África do Sul por 29 a 19, pela primeira vez na história. Repara no lado norte. Aí o anel tem uma abertura, porque faltou dinheiro para uma bancada nova e a antiga ficou de pé. Os adeptos chamam-lhe Glanmor's Gap, por causa do presidente da federação na altura. O rio ao lado não corre no seu leito antigo. Na década de 1840, Isambard Kingdom Brunel mandou desviar o Taff para oeste, para abrir espaço para a estação.
  2. Morgan Arcade & Royal Arcade. Cardiff gosta de se apresentar como City of Arcades, a cidade das galerias. As ruas comerciais cobertas da época vitoriana e eduardiana somam, no centro, cerca de 800 m. A Royal Arcade, de 1858, é a mais antiga e ainda conserva algumas montras originais. Mesmo ao lado fica a Morgan Arcade, de 1896, projetada por Edwin Seward para ligar duas entradas dos grandes armazéns David Morgan. É considerada a galeria mais bem conservada da cidade, com montras de madeira e janelas venezianas no primeiro andar. Aqui fica também a Spillers Records, fundada em 1894. É tida como a loja de discos mais antiga do mundo e em 2010 mudou-se de The Hayes para a galeria, depois de um aumento da renda ter posto o seu futuro em causa.
  3. Cardiff Market. O mercado coberto de 1891 tem dois pisos. Em baixo ficam os corredores com as bancas, e em cima uma galeria percorre por dentro as paredes exteriores. Mais de sessenta comerciantes independentes vendem aqui fruta e legumes, roupa, discos e ferramentas. A Ashton's, na entrada da Trinity Street, diz vender peixe desde 1866, e o Market Deli está no mesmo lugar desde 1928. O sítio tem um passado sombrio. Aqui ficava a prisão de Cardiff e, onde hoje está a entrada da St Mary Street, erguia-se a forca. A 13 de agosto de 1831 foi ali enforcado Dic Penderyn, um mineiro de 23 anos de Merthyr Tydfil. Acusavam-no de ter ferido um soldado à baioneta durante a revolta de Merthyr. Mais de 11 000 pessoas tinham assinado pela sua libertação e, segundo se conta, em 1874 outro homem confessou o crime no leito de morte. Uma placa no mercado recorda-o.
  4. St John the Baptist Church. Além do castelo, St John é o único edifício medieval do centro. A igreja surgiu em 1180 como capela auxiliar da igreja maior de St Mary e foi devastada em 1404 durante a revolta de Owain Glyndŵr. A torre oeste foi depois reconstruída, com mais de 40 m de altura, ameias rendilhadas e quatro pináculos vazados. É datada de cerca de 1490. A igreja de St Mary já não existe. A grande cheia do canal de Bristol de 1607 destruiu-lhe as fundações e, a partir de 1620, todos os serviços principais passaram para St John. Lá dentro valem a pena os vitrais da nave norte, de 1869, feitos na oficina de William Morris. A fila de cima, com os apóstolos, foi desenhada pelo próprio Morris. No caminho pelo antigo adro em direção ao mercado, repara nos números de latão no pavimento. Marcam sepulturas e jazigos de família debaixo dos teus pés. Uma vez por ano, na Sexta-feira Santa, a igreja fecha a passagem, porque o caminho continua a ser dela. A poucos passos da igreja fica a High Street Arcade, de 1885. Dela parte para norte a Duke Street Arcade, de 1902.
  5. Cardiff Castle. Neste recinto cabem três épocas. As muralhas à volta do relvado assentam num forte romano do século III. Quando os restos voltaram a aparecer em 1889, o proprietário mandou reerguê-las em estilo romano. No canto noroeste ergue-se o montículo normando com o seu Shell Keep de pedra do século XII. Em 1158, o senhor galês Ifor Bach atacou o castelo e fez refém o seu senhor, William. A terceira face é vitoriana. O terceiro marquês de Bute, enriquecido com o carvão e as docas, encomendou a William Burges, a partir de 1868, um castelo de conto de fadas neogótico, a começar pela torre do relógio com mais de 40 m. Algumas salas de gala veem-se com o bilhete normal, as restantes na visita guiada à casa, que se acrescenta na bilheteira. Na Segunda Guerra Mundial, túneis dentro das muralhas abrigaram até 1800 pessoas dos ataques aéreos, e também os podes percorrer. Em 1947, o quinto marquês ofereceu o castelo e o parque à cidade.
  6. Bute Park. No caminho do portão do castelo para o parque, há animais de pedra empoleirados num muro. Leões, um urso, uma hiena, um lince e, mais adiante, um pelicano, um castor e um abutre. A Animal Wall foi desenhada por William Burges, as primeiras nove figuras surgiram no final da década de 1880 e por volta de 1930 juntaram-se mais seis. O papa-formigas ficou sem nariz no final da década de 1990 e recebeu um novo no restauro de 2010. Atrás do muro começa o Bute Park, cerca de 55 hectares de antigos jardins do castelo. Andrew Pettigrew, jardineiro-chefe do marquês, desenhou-o a partir de 1873, e desde 1947 pertence à cidade. Segue o caminho ao longo do fosso do castelo para norte, até às ruínas de Blackfriars. Aí, muros baixos de tijolo vitorianos desenham a planta do convento medieval. A oeste corre o Taff, e as árvores à tua volta fazem parte de um arboreto considerado uma coleção de importância nacional.
  7. Cathays Park & City Hall. Pedra branca de Portland, avenidas largas, relvados. Cathays Park é o bairro administrativo que Cardiff construiu para si no auge do carvão. Em 1800, o lugar tinha pouco menos de 1900 habitantes, e em 1901 eram cerca de 164 000. A câmara municipal comprou o terreno ao marquês de Bute em 1898, com a condição de o usar apenas para administração, cultura e ensino. O primeiro edifício foi o City Hall. Ainda durante a obra, Cardiff recebeu em 1905 o estatuto de cidade, e por isso o edifício não se chama Town Hall. Foi inaugurado em 1906, a torre do relógio tem 59 m e na cúpula pousa um dragão galês. No primeiro andar, o Marble Hall reúne estátuas de mármore de figuras da história galesa, entre elas São David e Owain Glyndŵr. Cardiff só se tornou capital do País de Gales em 1955. O guia de arquitetura de Pevsner chama a Cathays Park o mais belo centro administrativo das Ilhas Britânicas.
  8. National Museum Cardiff. Por trás do pórtico de colunas está uma coleção de arte francesa de nível internacional, e o dinheiro para ela veio do carvão. Gwendoline e Margaret Davies eram netas do industrial David Davies, cujas docas em Barry faziam concorrência ao porto de Cardiff. As irmãs estiveram entre as primeiras pessoas na Grã-Bretanha a comprar pintura impressionista e deixaram os seus quadros ao museu nas décadas de 1950 e 1960. Entre eles estão «La Parisienne» de Renoir, de 1874, que já esteve na primeira exposição impressionista, «O Beijo» de Rodin em bronze, nenúfares e uma catedral de Rouen de Monet e «Chuva em Auvers» de Van Gogh. O rés-do-chão é dedicado à história natural e à formação do País de Gales. O edifício começou a ser construído em 1912, mas por causa da Primeira Guerra Mundial só foi inaugurado oficialmente em 1927.
  9. Wales Millennium Centre. Por cima da entrada, um poema em duas línguas corre em letras gigantes. «Creu Gwir fel gwydr o ffwrnais awen» quer dizer mais ou menos «Criar verdade como vidro do forno da inspiração», e por baixo lê-se «In these stones horizons sing». A poeta Gwyneth Lewis recusou de propósito uma tradução, e cada verso diz algo diferente. As letras são janelas dos bares que ficam por trás e acendem-se à noite. A fachada por baixo é feita de camadas de ardósia em cinco cores, vindas de cinco pedreiras galesas, violeta de Penrhyn e ainda azul, verde, cinzento e preto. O arquiteto Jonathan Adams pensou nas falésias de Southerndown, na costa. Desde novembro de 2004 há aqui ópera, bailado e musicais, e a sala principal tem cerca de 1900 lugares. A praça oval em frente chama-se Roald Dahl Plass, em homenagem ao escritor nascido em Cardiff em 1916. Plass é a palavra norueguesa para praça. Até à década de 1960 havia aqui uma doca de onde se embarcava carvão.
  10. Senedd & Pierhead. O Parlamento do País de Gales reúne-se atrás de vidro. Richard Rogers, coautor do Centre Pompidou, concebeu o Senedd como um invólucro aberto, através do qual se vê de fora o trabalho dos deputados. Foi inaugurado a 1 de março de 2006, dia de São David, o padroeiro do país. Leva cerca de 1000 toneladas de ardósia galesa e secretárias de carvalho galês, mas o teto ondulado é de cedro-vermelho canadiano. Sobre o hemiciclo redondo pende um grande funil de madeira e, pelo chão de vidro à volta, vês a sala de cima. Desde as eleições de maio de 2026 sentam-se aqui 96 deputados em vez de 60, e a sala foi remodelada para isso. Ao lado ergue-se o Pierhead vermelho de 1897, construído para a Bute Dock Company. Foi projetado por William Frame, que antes trabalhara com Burges no castelo. No brasão da fachada lê-se «Wrth ddŵr a thân», pela água e pelo fogo, os dois ingredientes da força do vapor. Por causa da torre do relógio, há quem lhe chame Baby Big Ben.

Como planear a tua visita

Um dia chega para Cardiff. A rota a partir de Cardiff Central tem 4,9 km a pé e dez paragens, a que se soma uma curta viagem de comboio de Queen Street até à baía. Se tiveres pouco tempo, deixa de fora o Bute Park e o museu, mas não o castelo nem a baía. Ouve-se aqui mais galês do que antigamente, pois o número de falantes na cidade mais do que duplicou entre 1991 e 2021. Se tiveres mais meio dia, o comboio leva-te a Caerphilly, ao maior castelo do País de Gales. Tens quatro sugestões para a noite à tua espera, do teatro ao clube galês.

Sair & vida noturna

Zonas de saída

Comer & restaurantes

Bares & clubes

Palco & concertos

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Informações práticas sobre Cardiff

Transportes públicos

Operador. A Cardiff Bus opera a rede de autocarros urbanos em Cardiff, Penarth e Barry. A Stagecoach e a Adventure Travel também circulam na cidade e nos arredores, a Newport Bus liga Cardiff a Newport e a First Cymru opera a linha 304 via aeroporto. A Transport for Wales (em galês Trafnidiaeth Cymru) opera os comboios regionais, com mais de 20 estações em Cardiff e arredores, entre elas Cardiff Central, Cardiff Queen Street e Cardiff Bay. A Transport for Wales opera também a estação de autocarros Cardiff Bus Interchange (Cyfnewidfa Fysiau Caerdydd), em Central Square, inaugurada a 30 de junho de 2024. Aí param autocarros da Cardiff Bus, da Stagecoach, da Newport Bus e da First Cymru em 14 plataformas; os autocarros de longa distância não param aí.

Rede. Autocarros da Cardiff Bus e de outros operadores, além de comboios regionais da Transport for Wales com mais de 20 estações em Cardiff e arredores, por exemplo entre Cardiff Queen Street e Cardiff Bay. Entre Bute Park e Mermaid Quay, em Cardiff Bay, circula o vaivém fluvial privado Aquabus. A maioria das atrações do centro fica a, no máximo, 15 minutos a pé umas das outras.

Meios de transporte. Autocarro · Comboio regional · Barco

Horários de serviço. A estação de autocarros Cardiff Bus Interchange abre pouco antes da primeira partida prevista e fecha pouco depois da última; enquanto está aberta, há pessoal no local. Em grandes eventos com ruas cortadas no centro, a estação fecha e os autocarros param em paragens de substituição nas ruas vizinhas. O Baycar (linha 6) parte de Cardiff Bus Interchange (plataforma 6) e segue por Lloyd George Avenue até ao Wales Millennium Centre, em Cardiff Bay, em cerca de 12 minutos. De segunda a sexta-feira circula das 7h40 às 22h10 a cada 30 minutos. Também circula aos sábados e domingos; os horários e a frequência ao fim de semana constam da aplicação Cardiff Bus. Nas férias de verão circula muitas vezes com maior frequência. A linha 304 da First Cymru circula de segunda a sexta-feira a partir de Cardiff Bus Interchange das 5h às 23h05, aproximadamente de hora a hora, em direção a Cardiff Bay, Barry e ao aeroporto.

Serviço noturno. Os Black Cabs licenciados apanham passageiros em praças de táxis assinaladas, entre outras em St Mary Street e em Saunders Road, a norte de Cardiff Central (saída norte e depois à direita). Os carros de aluguer com motorista (Private Hire) têm de ser reservados com antecedência; em Cardiff circulam, entre outros, a Veezu e a Uber. A Visit Cardiff aconselha a combinar com o motorista o preço previsto da viagem antes de entrares. A hora da última viagem de cada linha de autocarro consta dos horários das linhas na aplicação Cardiff Bus. A linha 304 chega a Cardiff Bus Interchange, de segunda a sexta-feira, pela última vez às 0h38.

Compra de bilhetes. As viagens simples e os bilhetes diários compram-se ao motorista, em dinheiro ou com cartão bancário sem contacto. Quem paga em dinheiro precisa do valor exato, porque os motoristas não dão troco. Na aplicação Cardiff Bus há bilhetes diários, semanais e mensais, bem como pacotes de bilhetes. Com Tap on, Tap off, fazes check-in e check-out no leitor com o mesmo cartão bancário ou telemóvel sem contacto ao entrar e ao sair. Quem viaja sem bilhete válido paga uma coima de 10 libras. O antigo cartão com chip iff deixou de ser aceite a 29 de novembro de 2025. Os bilhetes de comboio compram-se na bilheteira e nas máquinas em Cardiff Central, e em estações pequenas como Cardiff Bay apenas na máquina.

Aplicação e pagamento. A Cardiff Bus aceita pagamento sem contacto em todas as linhas. No Tap on, Tap off encostas o mesmo cartão ou aparelho sem contacto ao leitor ao entrar e ao sair. Várias viagens num dia ficam limitadas ao preço de um bilhete diário de adulto da zona tarifária percorrida, e desde novembro de 2025 aplica-se também um limite semanal de segunda a domingo. Ao entrar é feita uma reserva de 10 pence, e o preço correto da viagem é liquidado um a dois dias depois. Quem se esquecer do check-out paga a tarifa até à paragem terminal. Um cartão só vale para uma pessoa. O Tap on, Tap off só existe para tarifas de adultos. A aplicação gratuita Cardiff Bus (iOS e Android) mostra as partidas em direto, planeia viagens e vende, após registo, bilhetes no telemóvel com código QR, que se encostam ao leitor da máquina de bilhetes. Uma conta só pode ser usada num aparelho.

Que bilhete. Desde 3 de maio de 2026, uma viagem simples na zona tarifária de Cardiff, Penarth e Llandough custa 2,60 libras ao motorista. Com pacotes de bilhetes na aplicação, o preço por viagem desce para o equivalente a 2,35 libras. O bilhete diário Day To Go custa 5,20 libras, o equivalente a duas viagens simples, e a partir da terceira viagem do dia compensa mais. O bilhete semanal para sete dias seguidos custa 19 libras, o equivalente a 3,7 bilhetes diários, e um bilhete mensal 65 libras. Crianças dos 5 aos 15 anos pagam 1 libra por viagem simples ou 3 libras por um dia em toda a rede. Até três crianças com menos de 5 anos viajam gratuitamente acompanhadas por um adulto pagante. O Family Day To Go, para um adulto com até quatro jovens dos 5 aos 21 anos ou dois adultos com até três, custa na zona de Cardiff e Penarth 12 libras, o equivalente a 2,3 bilhetes diários de adulto. O bilhete familiar compra-se ao motorista e na aplicação, e pelo menos um jovem acompanhante tem de estar presente na compra e em cada viagem.

Zonas tarifárias. A Cardiff Bus divide a sua rede em duas zonas tarifárias, a de Cardiff, Penarth e Llandough e a de Barry, com Dinas Powys e Sully. Na zona de Barry, a viagem simples custa 2,90 libras e o bilhete diário 5 libras. Quem viaja entre as duas zonas precisa da tarifa de rede; a viagem simples custa então 3,70 libras, o bilhete diário para toda a rede 6,70 libras e o bilhete semanal 26 libras. No Tap on, Tap off, o limite diário depende das zonas percorridas. Para crianças dos 5 aos 15 anos aplicam-se em toda a rede 1 libra por viagem e 3 libras por dia.

Dica. Faz check-in e check-out em cada viagem com o mesmo cartão bancário sem contacto. Assim, num dia a Cardiff Bus debita no máximo o preço de um bilhete diário e, de segunda a domingo, no máximo o de um bilhete semanal.

Ligações

Como chegar

Estação central

Localização. Cardiff Central fica no centro da cidade, em Central Square, perto do Principality Stadium e do Cardiff Castle. Da estação são 50 m até à estação de autocarros Cardiff Bus Interchange, também em Central Square. A praça de táxis fica em Saunders Road, a norte da estação; sai-se da estação pela entrada norte e segue-se para a direita. Em Central Square, junto à Marks and Spencer, há um aluguer de bicicletas Brompton. Os autocarros de substituição durante obras partem da paragem em frente a 3 Callaghan Square. O posto de turismo da cidade fica no Cardiff Castle.

Longo curso. Cardiff Central é a estação com mais movimento do País de Gales e fica na South Wales Main Line. A Great Western Railway (GWR) circula nos dias úteis, em regra duas vezes por hora, sem transbordo para London Paddington; a viagem demora cerca de 1 hora e 50 minutos, e os comboios mais rápidos demoram 1 hora e 48 minutos e param em Newport, Bristol Parkway, Swindon e Reading. Ao fim de semana e em feriados pode demorar mais. A GWR liga ainda Cardiff diretamente a Bristol, Bath, Southampton, Portsmouth e Exeter. A Transport for Wales circula de hora a hora sem transbordo, via Newport, Hereford, Shrewsbury e Crewe, para Manchester Piccadilly, numa viagem de cerca de 3 horas e 20 minutos, e oferece ligações para Swansea, Chester, Bangor e Liverpool. A CrossCountry circula de hora a hora para Birmingham e Nottingham. A estação tem acesso sem degraus em todos os cais e uma sala de primeira classe na linha 1; não há depósito de bagagem.

Horários. A estação é operada pela Transport for Wales. Há pessoal de serviço de segunda a sexta-feira das 4h à 1h, ao sábado das 4h às 0h30 e ao domingo das 7h às 0h30. A bilheteira abre de segunda a sábado das 5h40 às 21h30 e ao domingo das 7h30 às 21h30, e há também máquinas de bilhetes. A sala de espera está aberta todos os dias das 6h às 22h, e a sala de primeira classe na linha 1 de segunda a sexta-feira das 6h às 18h30. Há casas de banho com fraldário e uma casa de banho Changing Places, lojas como a Marks and Spencer e a WHSmith, um multibanco em frente à entrada principal e wi-fi.

Aeroportos

CWL

Até à cidade. O caminho mais rápido é de comboio da Transport for Wales até Rhoose Cardiff International Airport. Os comboios circulam entre Cardiff Central e Bridgend via Rhoose, de hora a hora e ao domingo de duas em duas horas. Na estação de Rhoose espera o autocarro shuttle 905 da Adventure Travel, sincronizado com todos os comboios, que leva os passageiros até à frente da zona de partidas. A partir de Cardiff Central, a viagem completa demora cerca de 48 minutos. Um bilhete combinado para comboio e autocarro shuttle está disponível em qualquer estação da rede britânica. Na bilheteira pedes o Cardiff Air Bus, e na pesquisa de horários da Transport for Wales o destino chama-se Cardiff Air Ria. A estação de Rhoose não tem pessoal, apenas uma máquina de bilhetes. Sem transbordo circula a linha 304 da First Cymru, via Barry e Cardiff Bay, até Cardiff Bus Interchange. De segunda a sexta-feira circula aproximadamente de hora a hora, a partir do aeroporto das 7h10 às 23h27 e a partir de Cardiff Bus Interchange das 5h às 23h05, e a viagem demora, consoante a hora do dia, 70 a 90 minutos.

BRS

Até à cidade. Do Transport Interchange do aeroporto, a três a cinco minutos a pé do terminal por uma passagem coberta, parte a linha 216 da National Express, que faz dez viagens por dia via Newport diretamente até à Cardiff Coach Station, em Sophia Gardens. A viagem demora, consoante a partida, de 1 hora e 20 minutos a 2 horas e 10 minutos, e os mais rápidos são os autocarros da noite das 20h05 e das 22h20. A FlixBus circula até doze vezes por dia via Newport para Cardiff e daí para Bridgend e Swansea. Os bilhetes combinados da National Express têm de ser levantados antes do dia da viagem, porque no aeroporto não há ponto de levantamento. O Airport Flyer A1 circula a toda a hora, até a cada 8 minutos, para a estação Bristol Temple Meads e para a estação de autocarros de Bristol. A viagem simples custa 9,50 libras, ida e volta 16 libras, para crianças dos 5 aos 15 anos 6,50 libras só ida e 9,50 libras ida e volta, e crianças até 4 anos viajam grátis. A partir de Temple Meads, a GWR segue diretamente para Cardiff Central.

Particularidades

Bom saber

Moeda
GBP £
Número de emergência
112
Tipo de ficha
G
Fuso horário
Europe/London
Circulação
pela esquerda

Limites de velocidade. dentro de localidades 30 mph (48 km/h), fora de localidades 60 mph (96 km/h), autoestrada 70 mph (112 km/h)

Os limites são em mph, não em km/h, e essa mudança de referência no conta-quilómetros exige alguma concentração no início. No País de Gales, desde setembro de 2023, vigoram por defeito 20 mph em vez de 30 mph dentro das localidades, um valor próprio só para esta região. Em estradas de faixa única sem sinalização adicional, a velocidade desce de 70 para 60 mph, identificável apenas por um pequeno sinal circular com um traço, fácil de não reparar.

Gorjeta. No restaurante dez por cento, muitas vezes já vem um service charge na conta. No pub pede-se ao balcão e não se dá gorjeta.

Portagens. As autoestradas são gratuitas. Pagam-se taxas em algumas pontes e túneis, por exemplo no Dartford Crossing e na Mersey Gateway, normalmente online e já depois da passagem.

Restrições de acesso. Londres cobra uma taxa de entrada no centro e ainda a ULEZ para os veículos mais antigos, ambas controladas por câmaras. Outras cidades têm Clean Air Zones. Não pagar sai caro.

Mais cidades

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